segunda-feira, 17 de maio de 2010

Arte Sem Limites - As melhores práticas

Faz algum tempo que nosso amigo Victor publicou uma notícia no site do Centro Educacional Leonardo Da Vinci a respeito do Registro das Melhores Práticas do Arte Sem Limites, mas somente agora encontramos um tempinho para publicar esse material. Por essa razão, pedimos nossas desculpas. De qualquer maneira, consideramos relevante divulgar a informação publicada pelo querido Victor Humberto.


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"Arte Sem Limites - As melhores práticas"
Por Victor Humberto Salviato Biasutti

O projeto Arte Sem Limites, nascido de parceria entre a Phylarmonia, o G7-DV e o Da Vinci com o propósito de formar um grupo artístico-musical com pessoas com deficiência visual vem, desde 2005, reafirmando suas crenças e consolidando seus procedimentos.


Já há algum tempo o Sr. Calmon, da Calmons Locação de Vans, vem também dando apoio ao projeto ao prestar serviço totalmente diferenciado, dedicando não só seu tempo e trabalho aos participantes mas, mais do que isso, seu carinho e amizade.

Em abril de 2010 o Arte ganhou um novo parceiro, o Instituto Sincades que, dentre outros aspectos, junto com o Da Vinci oferecerá a sustentação financeira do projeto. Como resultado dessa união, o Arte pretende efetivar o crescimento planejado para os próximos meses/anos.

Embora concebido para atender pessoas com deficiência visual, o Arte tem recebido portadores de outras deficiências e, até pessoas sem deficiências, que acabam se encantando e participando do projeto.

A experiência acumulada por seus condutores e professores, há cinco anos, tem trazido excelentes resultados e conhecimentos.

Assim nasceu a cartilha nominada ARTE SEM LIMITES – Registros das Melhores Práticas, organizada por Alline Nunes Andrade – Coordenadora Geral do Arte, e por Andréia Cristina Carvalho da Silva, estudante de Desenho Industrial da UFES, que acompanhou as oficinas, registrou as aulas, os momentos de lanche, as apresentações do coral e outras atividades.

“Da experiência nasceu a memória.

Da memória nasceu o desejo.

Porque o desejo caracteriza aquilo que tem valor para alguém, aquilo que se quer manter, que se quer partilhar.”

... palavras que abrem a cartilha.


Impresso somente – por enquanto, para teste e com finalidades acadêmicas, o volume contém:




- Inclusão Sociocultural de Pessoas com deficiência

- Causas e tipos de deficiências

- Legislação

- Dicas de filmes

- O Arte Sem Limites

- Oficinas

- Momento do lanche

- Apresentações em público

- Orientações gerais

- Conclusão

- Bibliografia

Como lidar da melhor maneira com as pessoas com deficiência?

Como ensinar a cantar? A tocar? A declamar uma poesia? Tudo com profundidade, sentimento...

É a proposta da cartilha.

E cita o depoimento da Ingrid (baixa visão, participante das oficinas de teclado, poesia e canto coral):

“Acho que aqui é uma família. Percebi mudanças na minha voz, no modo de expressar, no impostação. Por conhecer mais pessoas amadureci com relação à ‘doença’ e também foi bom para mostrar para minha família que existem mais pessoas como eu.”

Na próxima imagem, do interior da cartilha, foto que mostra a aluna Sâmela sendo orientada pela professora Suelen sobre como preparar um acorde para música que iriam tocar juntas.


 
 
O Arte Sem Limites tem encontros aos sábados, no Centro Educacional Leonardo da Vinci, com o seguinte funcionamento:


8h às 9h40: oficina de teclado, violão e canto individual;
8h30 às 9h40: oficina de poesia;
9h40 às 10h30: teoria musical;
10h30 às 11h: intervalo para o lanche e interação social;
11h às 12h: canto coral.

Venha conhecer o Arte Sem Limites. Você será bem-vindo.

Se precisar de informação ligue para Suellen, pelo telefone 3334 6327.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Artigos: Deficiência Visual e Cegueira


Laplane, A. L. F. de; Batista, C. G. (2008). Ver, não ver e aprender: a participação de crianças com baixa visão e cegueira na escola. Cadernos CEDES, 28 (75), Campinas.

Resumo

Tomando como ponto de partida as teorias que compreendem os processos de desenvolvimento humano enquanto processos sociais, o presente artigo discute o desenvolvimento e a aprendizagem de crianças com deficiência visual, seus modos de apreensão do mundo e o uso de recursos para auxiliar na participação escolar. Trata-se de integrar, na prática pedagógica inclusiva, tanto a compreensão dos processos gerais de desenvolvimento como os aspectos particulares que a deficiência visual implica, de modo que seja possível agenciar os recursos necessários para a participação escolar plena.

Palavras-chave: Educação inclusiva. Práticas de inclusão na escola. Deficiência visual. Interação social. Recursos de ensino.

Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-32622008000200005&lng=en&nrm=iso

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Nuernberg, A. H. (2008). Contribuições de Vigotski para a educação de pessoas com deficiência visual. Psicologia em Estudo, 13 (2), Maringá.

Resumo

Entre as contribuições da psicologia histórico-cultural de Vigotski para a educação destacam-se aquelas que fazem referência às condições analisadas no contexto da defectologia. Esse artigo identifica algumas destas contribuições para a intervenção educacional junto a pessoas com deficiência. Para tanto, são revisados estudos fundamentados em Vigotski que apontam subsídios para a educação de pessoas com deficiência intelectual, surdez, surdocegueira, entre outras condições. Com vista a aprofundar os aportes vigotskianos para educação de pessoas com cegueira, analisa-se o conceito de sistemas psicológicos e seu valor para a reflexão sobre a intervenção educativa no contexto da deficiência visual. Conclui-se este estudo ressaltando-se que os aportes de Vigotski trazem à tona pistas concretas para a implementação de experiências educacionais que favoreçam a autonomia e a cidadania das pessoas com deficiência visual.

Palavras-chave: deficiência visual, educação, desenvolvimento psicológico.

Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-73722008000200013&lng=en&nrm=iso

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Salomão, S. R.; Mitsuhiro, M. R. K. H.; Belfort Jr, R. (2009). Visual impairment and blindness: an overview of prevalence and causes in Brazil. Anais da Academia Brasileira de Ciências, 81 (3), Rio de Janeiro.

Resumo

Nosso objetivo é fazer uma revisão de cegueira e deficiência visual no contexto de recentes estudos epidemiológicos oculares brasileiros. É apresentada a síntese dos dados de dois estudos populacionais transversais - o Estudo Ocular de São Paulo e o Estudo de Erros Refrativos em Escolares. Entre julho de 2004 e dezembro de 2005 foram examinados 3678 adultos e 2441 escolares. A prevalência de cegueira em adultos mais velhos considerando a acuidade visual apresentada foi de 1, 51% diminuindo para 1, 07% com a correção refrativa. As causas mais comuns de cegueira em adultos mais velhos foram os distúrbios de retina, seguidos de catarata e glaucoma. Em escolares a prevalência de deficiência visual não corrigida foi de 4,82% diminuindo para 0,41% com a correção refrativa. Em escolares a causa mais comum de deficiência visual foram erros refrativos não corrigidos. A deficiência visual e a cegueira são um importante problema de saúde pública no Brasil. É um problema significante em brasileiros mais velhos reforçando a necessidade de implementação de programas de prevenção de cegueira para pessoas idosas com ênfase nos indivíduos sem escolaridade. Em escolares são necessárias estratégias de custo-eficácia para atingir uma causa de deficiência visual facilmente tratável - a prescrição e a provisão de óculos.

Palavras-chave: cegueira, deficiência visual, prevalência, estudo populacional, epidemiologia ocular.

Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0001-37652009000300017&lng=en&nrm=iso

Artigos: Autismo e Síndrome de Asperger



Kosovski, G. F. (2001). O olhar do engano, autismo e o Outro primordial. Ágora: Estudos em Teoria Psicanalítica, 4 (1), Rio de Janeiro.

Resenha do livro “O olhar do engano, autismo e o Outro primordial”, de Lia Ribeiro Fernandes. São Paulo, Escuta, 2000.

Este livro surge da inquietação causada pelo atendimento a uma criança autista, levando a autora a interrogar o processo de constituição subjetiva em sua dependência irremediável à linguagem. Para os psicanalistas, a experiência clínica com autistas dá provas inequívocas de que o enlace significante, do qual depende o organismo para constituir-se como corpo, não é um dado natural. No sujeito humano, a aquisição do controle sobre o corpo, para a realização até mesmo de suas ações mais primárias, não depende apenas do desenvolvimento biológico, necessita de um impulso a mais: uma ação específica do Outro.

Continua em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-14982001000100010&lng=en&nrm=iso

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Campelo, L. D. et al. (2009). Autismo: um estudo de habilidades comunicativas em crianças. CEFAC, 11 (4), São Paulo.

OBJETIVO: analisar as habilidades comunicativas verbais e não-verbais de crianças autistas.
MÉTODOS: foram selecionadas seis crianças com o diagnóstico de atraso de linguagem secundário a autismo, submetidas à terapia fonoaudiológica em uma clínica escola de uma universidade privada da cidade do Recife. As crianças foram observadas em duas sessões de terapia, que foram gravadas em fita VHS para posterior análise e discussão. A análise foi baseada no uso do protocolo de observação pertencente ao ABFW, que contempla os meios e funções comunicativas.
RESULTADOS: em detrimento dos meios vocais e verbais, o meio gestual apareceu com maior frequência nos atos comunicativos. Os gestos, mesmo constituindo uma forma de comunicação não verbal, demonstraram, muitas vezes, expressar intenções dos sujeitos. Com relação às funções comunicativas, pôde-se concluir que houve uma grande variedade das mesmas, porém, entre as vinte funções investigadas, apenas poucas se destacaram. Entre elas, apareceram, predominantemente, as funções não-focalizadas, protesto, exploratória e reativa.
CONCLUSÃO: foi possível verificar que as crianças investigadas utilizam formas funcionais de comunicação nos diferentes contextos situacionais, entre as habilidades verbais e não-verbais, aspectos considerados essenciais para a proposição de recursos na intervenção fonoaudiológica.

Palavras chave: Linguagem; Transtorno Autístico; Fonoterapia.

Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-18462009005000044&lng=en&nrm=iso
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Klin, A. (2006). Autismo e síndrome de Asperger: uma visão geral. Revista Brasileira de Psiquiatria, 28 (1), São Paulo.

Resumo

Autismo e síndrome de Asperger são entidades diagnósticas em uma família de transtornos de neurodesenvolvimento nos quais ocorre uma ruptura nos processos fundamentais de socialização, comunicação e aprendizado. Esses transtornos são coletivamente conhecidos como transtornos invasivos de desenvolvimento. Esse grupo de condições está entre os transtornos de desenvolvimento mais comuns, afetando aproximadamente 1 em cada 200 indivíduos. Eles estão também entre os com maior carga genética entre os transtornos de desenvolvimento, com riscos de recorrência entre familiares da ordem de 2 a 15% se for adotada uma definição mais ampla de critério diagnóstico. Seu início precoce, perfil sintomático e cronicidade envolvem mecanismos biológicos fundamentais relacionados à adaptação social. Avanços em sua compreensão estão conduzindo a uma nova perspectiva da neurociência ao estudar os processos típicos de socialização e das interrupções específicas deles advindas. Esses processos podem levar à emergência de fenótipos altamente heterogêneos associados ao autismo, o paradigmático transtorno invasivo de desenvolvimento e suas variantes. Esta revisão foca o histórico, a nosologia e as características clínicas e associadas aos dois transtornos invasivos de desenvolvimento mais conhecidos – o autismo e a síndrome de Asperger.

Palavras chave: Autismo/terapia; Síndrome de Asperger/terapia; Psicofarmacologia/efeito de drogas; Desenvolvimento infantil/efeito de drogas; Gerenciamento da doença

Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-44462006000500002&lng=en&nrm=iso

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Tamanaha, A. C.; Perissinoto, J.; Chiari, B. M. (2008). Uma breve revisão histórica sobre a construção dos conceitos do Autismo Infantil e da síndrome de Asperger. Revista da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, 13 (3), São Paulo.

Resumo

O objetivo deste estudo foi revisar historicamente os conceitos do Autismo Infantil e da síndrome de Asperger. Por meio de revisão de literatura os autores buscaram mostrar as modificações, ao longo do tempo, das concepções teóricas e das descrições clínicas destes quadros.

Palavras chave: Transtorno autístico; síndrome de Asperger; Linguagem; Revisão

Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-80342008000300015&lng=en&nrm=iso

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Coral mais que especial!



Será um imenso prazer recitar poesias e cantar belas músicas em língua de sinais! Quem sabe não seria a hora de recebermos amigos surdos para integrarem o Arte sem Limites? Vamos sonhando com isso...

terça-feira, 30 de março de 2010

"Pano pra manga II: Antes e Depois"





Vocês devem se lembrar de um texto publicado aqui no Blog sob o título “Pano pra manga I: O que é poesia?”. Naquela ocasião, eu compartilhava com vocês a definição que os alunos da oficina de Poesia do “Arte sem Limites” apresentaram sobre o nosso objeto de estudo (poesia). Não só de estudo, mas também de contemplação.



Eu prometi dar sequência a esse assunto. Como promessa é dívida, vamos ao que interessa. Com vocês, “Pano pra Manga II: Antes e Depois”.


Antes, lembremos um pouco como essa história começou. Perguntamos aos alunos de poesia como eles definiam a poesia. Também quisemos saber o que eles pensavam a respeito da poesia, antes e depois de integrarem esta oficina.


Quanto à definição, demos destaque, em “Pano pra manga I”, à fala de uma jovem aluna que considera a poesia “uma boa maneira de se aprender algo mais na vida”. Lembramos ainda de outra jovem que associa a poesia tanto aos seus sentimentos quanto ao seu “amadurecimento em relação aos objetivos e modo de ver as coisas”. Outros alunos consideraram que a “poesia permeia a vida”, que é uma “verdadeira expressão dos sentimentos”, “que deveria ser como o iodo” presente no sal, portanto vital.


A inspiração desses alunos ao responder nosso despretensioso questionário não parou na primeira pergunta... Surpreendemo-nos com as respostas às perguntas “antes de participar da oficina, o que você pensava a respeito de poesia?” e “hoje, como você se sente em relação à poesia?”.

Vejam... Essas são perguntas que nos remetem a pensar no tempo, tão complexa dimensão. Podemos falar em tempo chronos, relativo à sequência de eventos, uns antecedendo outros... Mas também podemos nos referir a tempo kairos, que fala de um momento oportuno em que algo especial acontece.


Assim, nas perguntas sobre o antes e o depois, inevitavelmente pensamos na sequência de eventos, mas também somos meio que tomados pela onda de lembranças dos tantos momentos oportunos em que um entendimento especial, algo que não se explica bem, invade as oficinas de poesia.


Para alguns alunos, antigos admiradores de poesia, não houve mudança abrupta, para outros a transformação íntima foi crucial. Para todos, o resultado foi enriquecedor.


Uma aluna diz: “eu sempre gostei desse tipo de texto, porque já tinha certo conhecimento do mesmo”. Em relação a como ela se sente hoje, ela reconhece que “com as nossas aulas, meu conhecimento e minha compreensão dos textos poéticos aumentaram. Sinto que tive uma melhora na recitação por estar exercitando esta atividade”.


No mesmo grupo de admiradores antigos, está um jovem que sempre viu poesia como uma coisa sagrada, uma coisa que revira a alma, inquieta, futuca a mediocridade humana. Sempre intuí isso. Hoje, nas oficinas, esse sentimento ficou mais forte, principalmente após declamar ‘Soneto de Fidelidade’ chorando. Logo eu que pareço tão controlado. Mas não me envergonho disso. A poesia é uma força da natureza em ebulição e eu apenas mais um, digamos, ‘humano’”.


Em contrapartida, para quem notamos uma mudança abrupta, a poesia era vista como uma “brincadeira, que era só pegar o papel, ler e sair falando. Pensava que era a coisa mais ‘infantil’ que existia”. Para essa jovem, a poesia foi capaz de influenciar a sua maneira de levar a vida. Em suas palavras, “hoje em dia eu me sinto uma pessoa mais de bem com a vida, a poesia me trouxe outro olhar em relação a sentimentos, a ter minha própria opinião e a escutar os outros também, mas principalmente a como agir”.


Outra jovem apresenta uma ideia parecida a respeito de como ela concebia poesia, que diz: achava que eram apenas versos que rimavam porque era isso que eu entendia sobre a poesia. Hoje eu me sinto bem melhor porque descobri que não são apenas versos que rimam. Para mim, tudo o que aprendo aqui eu levo para o meu dia a dia e tenho a paz. Isso é muito bom para mim.”


Vamos combinar que para nós que não tínhamos grandes aspirações em relação à Oficina de Poesia, no momento de sua implantação, receber essas revelações faz com que esses momentos (tanto durante as aulas de poesia quanto agora em que apenas rememoramos) sejam kairos, sejam especiais. Não se trata, portanto, apenas de chronos, que envolve uma atividade continuada, uma certa causalidade em relação ao melhor fazer. Mas trata-se também de kairos.


Enfim... Falta muito mais a dizer... Falta mencionar a maneira como essa atividade é trabalhada. Quanto a isso, decidiremos (eu e os alunos) se cabe postar no Blog ou se essas informações serão deixadas para compor o conteúdo de nosso “Manual das Melhores Práticas” (o manual é o meio que encontramos para registrar o método de trabalho do Arte. Ele está quase pronto!). Vocês também podem opinar, nos ajudando a decidir, tudo bem?


Para encerrar, aquela jovem que disse sentir-se em paz com a poesia em sua vida, ainda quis dizer mais, em resposta à pergunta “Você deseja falar algo mais que não foi perguntado? O quê? Por quê?”. Eis sua resposta:


“Sim, como me senti em uma apresentação. Porque, para mim, esse é o melhor momento. Depois de todo o trabalho, eu senti que estou preparada para mostrar tudo isso para o público. A responsabilidade de vestir a camisa e representar esta oficina me deixa um pouco nervosa, mas quando penso no poeta e o que os versos que rimam querem dizer, me sinto tranquila e segura do que vou fazer. Foi aí que eu descobri que a arte de viver é realmente sem limites”.


...


Até mais!



Alline Nunes Andrade
Coordenação Geral – Arte sem Limites
Responsável pela oficina de Poesia